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Internet no exterior: as formas de ficar conectado na viagem

Atualizado em · 7 min de leitura · VoaChip
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Resposta rápida

Fora do Brasil há cinco caminhos para ter internet: eSIM de viagem, chip físico internacional, roaming da sua operadora, Wi-Fi público e pocket Wi-Fi. Eles se diferenciam pelo que exigem de você antes de embarcar, pelo que você carrega na mochila e pelo risco de ficar sem sinal justo no trajeto. O eSIM é o único que você instala em casa e liga ao pousar, sem trocar de chip e sem esperar entrega.

O essencial

  • Fora do Brasil há cinco caminhos: eSIM de viagem, chip físico internacional, roaming da operadora, Wi-Fi público e pocket Wi-Fi.
  • O eSIM é o único que você instala em casa e liga ao pousar, sem trocar de chip e sem esperar entrega.
  • O chip físico ainda serve a quem tem celular sem eSIM ou preso à operadora, mas depende do correio ou de uma retirada.
  • No roaming a linha é a mesma e não há o que instalar, mas a cobrança costuma ser por dia de uso, na conta.
  • Wi-Fi público é um ponto no mapa, não uma cobertura: fica de fora o trajeto do aeroporto até o hotel.

As formas de ter internet fora do Brasil

O avião pousa, você desliga o modo avião e o celular procura uma rede que não é a sua. O que você fez antes de embarcar decide se a internet volta ali mesmo ou só quando aparecer um Wi-Fi. São cinco caminhos, e a diferença entre eles está menos na tecnologia e mais no trabalho que cada um dá.

  • eSIM de viagem. Uma linha digital de dados, instalada por QR Code no próprio celular, antes de sair do Brasil.
  • Chip físico internacional. Cartão de plástico que, em celular de um chip só, entra no lugar do seu chip brasileiro.
  • Roaming da operadora brasileira. Sua linha continua a mesma no exterior, com cobrança à parte na conta.
  • Wi-Fi público. Aeroporto, hotel, café e shopping, sem custo, mas só dentro do lugar.
  • Pocket Wi-Fi. Um aparelho alugado que pega a rede local e distribui internet por Wi-Fi para quem está por perto.
OpçãoComo chega até vocêO ponto de atenção
eSIM de viagemQR Code lido nas configurações, antes de sair do BrasilExige celular com eSIM e desbloqueado de operadora
Chip físico internacionalPelo correio ou numa retirada, antes da viagemEm celular de um chip só, ocupa a bandeja do chip brasileiro
Roaming da operadoraNada para instalar: a linha é a mesmaCobrança por dia de uso, que entra na conta depois
Wi-Fi públicoRede do aeroporto, hotel, café ou shoppingÉ um ponto no mapa, não cobre o trajeto
Pocket Wi-FiAparelho alugado, com retirada e devolução marcadasMais uma bateria para carregar e o grupo sempre junto

A comparação lado a lado, com a forma de entrega, o que cada opção cobra e para quem ela serve, está no guia como escolher o chip internacional.

eSIM de viagem: instala em casa, liga ao pousar

O eSIM é uma linha gravada no próprio aparelho: em vez de cartão de plástico, um QR Code lido nas configurações. Ele convive com o chip brasileiro, então o seu número e o seu WhatsApp continuam iguais enquanto o plano de dados do destino leva a internet. A explicação completa está em o que é eSIM.

O que ele exige é uma conferência antes da compra. O celular precisa ter eSIM e estar desbloqueado de operadora: no iPhone, do XR, XS e XS Max em diante, incluindo o SE de 2020 e o de 2022; no Android, Galaxy S23 e mais novos, Pixel 6 e mais novos e as linhas recentes de Razr e Edge, e nos demais modelos depende da versão e da região de venda. O verificador de compatibilidade responde por modelo.

O eSIM de viagem da VoaChip é somente de dados: não traz número local, não recebe SMS e não faz ligação pela linha. Chamada por WhatsApp e por outros aplicativos funciona, porque passa pela internet.

Chip físico internacional: quando ainda faz sentido

O cartão de plástico continua sendo a saída para quem tem celular sem eSIM ou preso à operadora, e para quem precisa de um número local no destino para ligar e receber SMS.

O custo dessa escolha é logístico. O chip precisa chegar antes da viagem, pelo correio ou numa retirada, e em celular de um chip só ele ocupa a bandeja do seu chip brasileiro: enquanto estiver lá, o seu número fica fora do ar. Se a entrega atrasar, você embarca sem internet e sem plano B. A VoaChip não vende chip físico, só eSIM.

Roaming da operadora: a linha é a mesma, a cobrança é por dia

No roaming, quem leva a sua internet lá fora é a sua própria operadora, apoiada numa operadora do país que você visita. Não há nada para instalar, porque a linha é a mesma. Em troca, a cobrança costuma ser por dia de uso ou por pacote, e ela entra na conta depois da viagem, quando não dá mais para recalcular nada.

Os valores mudam por operadora, por plano e por destino, então o único lugar que responde isso é o aplicativo da sua operadora. Confira ali o que o seu plano já inclui e por quanto sai o dia no seu destino, e compare com o preço de um plano que cobre a viagem inteira. A conta passo a passo está em roaming ou eSIM de viagem.

Se você não vai usar o roaming, desligue os dados móveis e o roaming de dados da linha brasileira antes de pousar. Assim todo o consumo fica na linha do eSIM, e nenhum aplicativo puxa dados pela operadora sem você ver.

Wi-Fi de aeroporto e de hotel não cobre o trajeto

Wi-Fi público é útil e não custa nada, mas ele é um ponto no mapa, não uma cobertura. Justamente os momentos em que a internet mais faz falta ficam fora dele: o caminho do aeroporto até o hotel, a fila do táxi ou do aplicativo de transporte, a plataforma do trem, a esquina em que o mapa precisa recalcular a rota.

Some a isso o acesso que pede cadastro ou uma confirmação por mensagem, o tempo limitado de uso em alguns lugares e a rede dividida com o aeroporto inteiro. Dá para usar o Wi-Fi público como reserva, e ele é ótimo para instalar o eSIM se você esqueceu de fazer isso em casa. Contar só com ele é apostar que nada vai dar errado no trajeto.

Pocket Wi-Fi: um aparelho a mais para carregar

O pocket Wi-Fi é um roteador portátil alugado: ele se conecta a uma rede local e distribui a internet por Wi-Fi para os aparelhos por perto. Funciona bem quando o grupo anda sempre junto e alguém tem um celular que não aceita eSIM.

Os incômodos aparecem depois: retirar e devolver o aparelho em lugar e data marcados, carregar mais uma bateria que pode acabar antes do fim do dia e ficar sempre perto de quem está com ele, porque quem se separa do grupo fica sem internet. O seu próprio celular também vira roteador: a maioria dos aparelhos compartilha a conexão do eSIM, como explica o guia usar o eSIM como roteador. Ligar o hotspot depende do aparelho e da rede local, e o que o outro dispositivo consome sai dos dados do seu plano.

Como chegar conectado, do Brasil ao desembarque

  1. Confira o celular. Veja no verificador de compatibilidade se o seu modelo aceita eSIM e peça o desbloqueio à operadora se o aparelho tiver sido comprado com ela.
  2. Escolha o destino e o plano. No catálogo de destinos você define país ou região, quantidade de dados e dias. Para roteiro com fronteiras, o plano regional vale nos países listados na página dele.
  3. Pague em reais. No pagamento com Pix o valor aparece fechado na tela, sem conversão de moeda e sem IOF; quando o banco confirma, o QR Code do eSIM aparece na mesma tela.
  4. Instale ainda no Brasil, com Wi-Fi. Ler o QR Code não consome dias: na maioria dos planos, a contagem começa na primeira conexão no destino.
  5. Ative ao pousar. Ligue os dados do eSIM e o roaming de dados só dele, com os dados da linha brasileira desligados.

Se algo não funcionar no desembarque, o suporte atende em português pelo WhatsApp, de segunda a sábado. Pela Garantia Conectou ou Pix de Volta, se o eSIM não conectar no destino e o suporte não resolver, o valor volta pelo mesmo meio de pagamento.

Veja quanto de dados a sua viagem pede em quantos GB levar na viagem, escolha o destino no catálogo da VoaChip e pague no Pix.

Como esta página foi feita

Escrito pela equipe da VoaChip. Os dados do serviço vêm das próprias páginas da loja: planos e redes de cada destino no catálogo, regras de devolução na garantia e na política de reembolso, aparelhos aceitos no verificador de compatibilidade e o passo a passo em como funciona. Preço, cobertura e disponibilidade mudam: o valor que vale é o da página do destino no dia da compra. Atualizado em .

Perguntas frequentes

Ainda com dúvida?

Qual é a forma mais barata de ter internet no exterior?

Depende do destino e dos dias, e o que vale comparar é o custo da viagem inteira, não o de um dia. Wi-Fi público não custa nada, mas cobre só o lugar onde você está; o roaming costuma ser cobrado por dia de uso; o plano de eSIM é pago uma vez, sem mensalidade.

Dá para usar o eSIM e o chip brasileiro ao mesmo tempo?

Dá, em aparelho compatível. O chip brasileiro fica com os dados móveis desligados, ativo para chamadas e SMS, e a linha do eSIM leva a internet da viagem.

O mesmo eSIM funciona em mais de um país?

Depende do plano: o de país vale só nele, enquanto os regionais e o global valem nos países listados na página de cada plano. Para um roteiro pela região, veja o [chip internacional para a América do Sul](/blog/chip-internacional-america-do-sul).

O que acontece se eu não instalar o eSIM antes de viajar?

Você vai precisar de uma conexão no destino para instalar, normalmente o Wi-Fi do aeroporto ou do hotel, e a viagem começa sem internet no trajeto. Instalar em casa, com Wi-Fi, evita isso e, na maioria dos planos, não gasta dias.

Preciso de aplicativo ou de trocar de chip para usar o eSIM?

Não. A instalação é feita nas configurações do celular, lendo o QR Code uma única vez, e o seu chip atual continua no lugar.

Pronto para viajar conectado?

Escolha o destino, pague em reais no Pix e instale o eSIM antes de embarcar. O chip brasileiro continua no aparelho.