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Chip de celular internacional: chip físico ou eSIM?

Atualizado em · 7 min de leitura · VoaChip
Cidade do Cabo vista do alto, com a Table Mountain e o mar ao redor
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Resposta rápida

Chip de celular internacional é a linha que leva internet para o seu celular fora do Brasil, e ela chega em dois formatos: o cartão de plástico, que entra na bandeja do aparelho, e o eSIM, instalado por QR Code sem tirar o chip brasileiro do lugar. A escolha depende de dois pontos: o que o seu celular aceita e se você precisa de um número do país para ligar e receber SMS.

O essencial

  • Chip de celular internacional chega em dois formatos: o cartão de plástico, que entra na bandeja, e o eSIM, instalado por QR Code.
  • Num celular de uma bandeja só, o cartão internacional ocupa o espaço do chip de casa e a sua linha brasileira sai do ar.
  • O eSIM é um QR Code que aparece na tela assim que o pagamento é confirmado, e você instala com Wi-Fi ainda em casa.
  • Antes do preço, confira o aparelho: ele precisa ter eSIM e estar desbloqueado de operadora.
  • O eSIM da VoaChip é somente de dados: sem número local, sem SMS e sem ligação pela rede de telefonia.

O que é um chip de celular internacional

É qualquer linha comprada para funcionar fora do Brasil, apoiada nas redes móveis do país que você visita. Em vez de pedir à sua operadora brasileira que carregue a sua internet até lá, você compra um plano que já nasce local: o celular se conecta à rede do destino como um aparelho de lá.

O que muda de uma oferta para outra é o formato em que essa linha chega até o aparelho. São dois. O cartão de plástico, o nano-SIM que alguém precisa entregar a você e que é encaixado na bandeja. E o eSIM, um perfil digital que é gravado no próprio aparelho a partir de um QR Code, nas configurações de rede. A rede que atende lá fora é do mesmo tipo nos dois casos; o que muda é o trabalho que cada formato dá antes e durante a viagem.

Na VoaChip o produto é um só: eSIM de viagem, apenas de dados. Nada de cartão de plástico, de entrega pelo correio, de número local ou de SMS.

Chip de plástico e eSIM: o que muda na viagem

A diferença aparece menos na velocidade e mais na logística. Cinco pontos resumem o dia a dia de cada formato:

  • Como o chip chega até você. O cartão depende de alguém entregar: correio, retirada numa loja ou fila no balcão do aeroporto de destino. O eSIM é um QR Code que aparece na tela assim que o pagamento é confirmado, e você instala com Wi-Fi ainda em casa.
  • O que acontece com o seu número. Em celular de uma bandeja só, o cartão internacional ocupa o espaço do chip de casa, e a sua linha brasileira sai do ar até você voltar e trocar de novo. Com o eSIM, as duas linhas convivem no aparelho, como mostra o guia eSIM e chip físico ao mesmo tempo.
  • O chip que sai do celular. Aquele cartãozinho precisa ser guardado até a volta e ele some com facilidade dentro da mochila. Perdeu, você desembarca no Brasil sem linha e com uma ida à operadora pela frente.
  • Trocar de país no meio do caminho. Um roteiro por vários países pode exigir um cartão diferente em cada um, e a troca sempre cai num momento ruim, com a mala na mão. Um plano regional em eSIM atravessa a fronteira sem que você precise abrir a bandeja.
  • Quando algo dá errado. Cartão com defeito no destino vira uma ida de volta à loja que vendeu, às vezes em outra língua. Com o eSIM comprado no Brasil, o atendimento é em português pelo WhatsApp, de segunda a sábado.

Nenhum formato ganha em todos os casos. Para ver as opções em uma tabela, incluindo o roaming da operadora brasileira, abra o guia do chip internacional.

Chip só de dados ou chip com número local

Essa pergunta muda a compra mais do que o preço, e costuma ficar de fora da pesquisa. Um chip com número local entrega um número de telefone do país: ele liga pela rede de telefonia de lá e recebe SMS de lá. Um chip só de dados faz uma coisa, e faz bem: leva internet.

Para viagem a passeio, na maioria das vezes só dados resolve, porque quase tudo o que você usa no celular já anda pela internet: mapa, aplicativo de transporte, tradutor, reserva, e-mail, mensagem e chamada de voz ou de vídeo pelo WhatsApp. E como o seu chip brasileiro continua no aparelho, o seu número de sempre segue ali.

O número local pesa em três situações:

  • Você precisa ligar para telefones do país pela rede de telefonia, sem passar por aplicativo.
  • Algum serviço de lá só confirma o cadastro por SMS enviado a um número local.
  • A estadia é longa, de estudo, trabalho ou mudança, e não uma viagem de turismo.

O eSIM da VoaChip não tem número local, não recebe SMS e não completa ligação pela rede de telefonia. Já a chamada de voz ou de vídeo feita dentro do WhatsApp e de outros aplicativos roda normalmente: ela viaja pela internet do plano.

Quando cada formato serve melhor

Junte as duas respostas anteriores, do aparelho e do número, e a escolha se fecha sozinha.

  • O eSIM serve quando o celular aceita eSIM e está desbloqueado, quando você quer deixar tudo pronto antes de embarcar e quando o roteiro passa por mais de um país, já que um plano regional cobre a viagem inteira sem troca de chip.
  • O chip de plástico serve quando o aparelho não tem eSIM ou está preso a uma operadora, quando você precisa de número local para ligar e receber SMS e quando vai passar uma temporada longa no país.
  • O roaming da sua operadora serve para viagem muito curta, em que ligar o pacote na linha que você já tem vale mais do que economizar. A comparação entre os dois caminhos, com os números do seu caso, está em roaming ou eSIM de viagem.
FormatoComo chega até vocêQuando serve
eSIMQR Code na tela depois do pagamentoCelular com eSIM e desbloqueado
Chip de plásticoCorreio, retirada em loja ou balcão do aeroportoAparelho sem eSIM ou quando você precisa de número local
Roaming da operadoraPacote ligado na linha que você já temViagem muito curta

Como saber qual formato o seu celular aceita

Antes de comparar preço, confira o aparelho. Quatro conferências dão a resposta:

  1. Disque *#06# no teclado de chamadas: se o aparelho mostrar um EID, que é o identificador do eSIM, o recurso existe nele.
  2. Procure a opção Adicionar eSIM nas configurações de rede (no iPhone, em Ajustes › Celular; no Samsung, em Configurações › Conexões › Gerenciador de SIM).
  3. Passe o modelo pelo verificador de compatibilidade, que responde por aparelho.
  4. Se o celular foi comprado numa operadora, peça a ela o desbloqueio antes de embarcar: mesmo com eSIM, um aparelho travado pode recusar a linha de outra operadora.

Como referência rápida: no iPhone o eSIM existe do XR, do XS e do XS Max em diante, incluindo os modelos SE de 2020 e de 2022; no Android, ele está no Galaxy S23 e mais novos, no Pixel 6 e mais novos e nas linhas recentes de Razr e Edge. Em muitos outros modelos a resposta depende da versão e da região em que o aparelho foi vendido, e é justamente aí que o verificador ajuda.

iPhone comprado nos Estados Unidos, do 14 em diante, não tem bandeja de chip: nesse aparelho o cartão de plástico simplesmente não entra, e o eSIM é o único caminho.

Onde comprar um chip de celular internacional pagando em reais

Comprar em loja brasileira muda a conta antes mesmo de a viagem começar: o site é em português, o preço aparece fechado em reais na tela e o Pix dispensa conversão de moeda e IOF. O código do Pix tem 15 minutos de validade, a tela acompanha o pagamento a cada 4 segundos e o QR Code do eSIM abre na mesma página assim que o banco confirma.

Depois disso, a viagem já começa resolvida. Você instala o eSIM com Wi-Fi ainda no Brasil e, ao pousar, escolhe a linha do eSIM para os dados e liga o roaming só dela. Na maioria dos planos a validade começa nessa primeira conexão no destino, então instalar antes não consome nenhum dia. Para acertar o tamanho do plano, o guia quantos GB levar na viagem faz a conta por dias e por tipo de uso.

Se o eSIM não conectar no destino e o suporte não resolver, a Garantia Conectou ou Pix de Volta devolve o valor pelo mesmo meio de pagamento. Quem desistir da viagem pode cancelar em até 7 dias corridos, com o eSIM ainda não ativado.

Confira o aparelho, abra o catálogo de destinos, escolha o plano do seu país ou região e pague no Pix.

Como esta página foi feita

Escrito pela equipe da VoaChip. Os dados do serviço vêm das próprias páginas da loja: planos e redes de cada destino no catálogo, regras de devolução na garantia e na política de reembolso, aparelhos aceitos no verificador de compatibilidade e o passo a passo em como funciona. Preço, cobertura e disponibilidade mudam: o valor que vale é o da página do destino no dia da compra. Atualizado em .

Perguntas frequentes

Ainda com dúvida?

Posso comprar o chip internacional no aeroporto do destino?

Pode, mas o trecho em que a internet mais faz falta, do desembarque até o hotel, você passa sem ela, e o balcão pode estar fechado no horário do seu voo. Com o eSIM instalado antes, é só ligar os dados ao pousar.

Um chip de celular internacional funciona em mais de um país?

Depende do plano. O de um país vale só nele; os planos regionais e o global cobrem vários. Mande o roteiro completo, com as escalas em que pretende usar internet, para o suporte confirmar a cobertura antes de você pagar.

Preciso tirar o meu chip brasileiro para usar o eSIM?

Não. Ele permanece no celular com o seu número ativo, enquanto o eSIM ocupa a segunda linha e cuida apenas dos dados. Durante a viagem, deixe os dados móveis da linha brasileira desligados.

Chip de viagem tem mensalidade ou fidelidade?

Na VoaChip, não. O plano é cobrado uma única vez, em reais, sem assinatura, sem mensalidade e sem renovação automática. Faltou internet no meio da viagem? Basta fazer um novo pedido.

Meu celular não aceita eSIM. O que eu faço?

Suas opções são o chip físico internacional, vendido por outras lojas, e o roaming da sua operadora. A VoaChip só trabalha com eSIM, por isso a conferência do aparelho precisa vir antes da compra.

Pronto para viajar conectado?

Escolha o destino, pague em reais no Pix e instale o eSIM antes de embarcar. O chip brasileiro continua no aparelho.